Acredite

quando uma vela se acende

no meio dos caracóis escuros,

metida no raciocínio turvo

da sua mata de cabelos.

 

Se de repente se acende

um farol no fim do túnel

guiando os seus anseios

à esse novo descobrimento

 

Acredite.

 

Porque talvez essa centelha

seja o maior presente divino

o portal do templo infinito

que brilha na preta maleza

 

Quando o peito se ilumina

bate como um tambor alegre

e todo o seu corpo se agita

paira invisível e leve.

 

Acredite.

 

Porque talvez o que precise

é precisamente acreditar

para comungar com a vida

deixando a luz te inundar.

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